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A arquitetura consciente como aliada do bem-estar emocional
07/01/2026 / 15:11
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Com base em princípios da neuroarquitetura, a Bauten Desenvolvimento Imobiliário incorpora soluções que colocam o bem-estar emocional no centro dos projetos, refletindo uma mudança estrutural na forma de pensar a moradia – Foto: Reprodução

O início de um novo ano costuma trazer consigo um movimento coletivo de revisão de prioridades. Entre metas profissionais e pessoais, cuidados com o corpo e reorganização da rotina, um tema vem ganhando cada dia mais espaço e de forma muito consistente: a saúde mental. Dentro desse contexto, que envolve inúmeras decisões e novas iniciativas, a arquitetura vem passando a ocupar um papel estratégico, onde a casa, a moradia está deixando de ser apenas abrigo físico para se afirmar como extensão direta do bem-estar emocional.

Na Paraíba, a Bauten Desenvolvimento Imobiliário vem incorporando esse olhar de forma estruturada em seus projetos, ao compreender que o impacto de um empreendimento começa na experiência cotidiana de quem o habita. Mais do que metros quadrados, a empresa busca criar espaços que favoreçam equilíbrio, conforto sensorial e qualidade de vida.

Um dos exemplos dessa abordagem é o Arcos, empreendimento assinado pela arquiteta Sandra Moura, que parte do conceito de morar como experiência integrada. A concepção privilegia ambientes fluidos, áreas de convivência que estimulam interação sem excessos, além de soluções que favorecem iluminação e ventilação naturais, criando uma atmosfera mais acolhedora e funcional para o dia a dia.

Segundo a CEO da Bauten, Meiry França, essa é uma tendência crescente e não passageira: “Trata-se de uma mudança estrutural na forma de desenvolver empreendimentos, ou seja, a moradia sendo entendida como um dos principais territórios de autocuidado, especialmente em um cenário no qual trabalho híbrido, vida urbana intensa e sobrecarga de estímulos se tornam cada vez mais presentes no dia a dia”.

Outro projeto alinhado a essa lógica é o Origami, com arquitetura de Ricardo Nogueira, que explora a racionalidade dos espaços e o uso inteligente das áreas como forma de reduzir estímulos desnecessários e ampliar a sensação de ordem e clareza. A proposta dialoga diretamente com princípios da neuroarquitetura, ao pensar o lar como um espaço que organiza não apenas a rotina, mas também a mente.