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Antes que Aconteça lança projeto Defensoras Populares para fortalecer redes de apoio às mulheres
06/03/2026 / 17:58
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Foto: Assessoria

Em cada comunidade, existem mulheres dispostas a cuidar, orientar e proteger outras mulheres. Com essa missão, quase como quem assume um papel de heroína na vida real, o programa Antes que Aconteça fez o lançamento nacional, oficialmente, nesta sexta-feira (6), em João Pessoa, o projeto Defensoras Populares.

A iniciativa tem o compromisso de capacitar mulheres para levar informação, acolhimento e orientação a quem mais precisa. Na Paraíba, 120 mulheres foram selecionadas, das mais de 600 inscritas.

A ação integra a estratégia do programa de ampliar a atuação nos territórios por meio da formação de lideranças femininas capazes de orientar outras mulheres sobre direitos, serviços disponíveis e caminhos para buscar apoio em situações de violência ou vulnerabilidade.

Coordenadora nacional do programa, a senadora Daniella Ribeiro (PP) destacou que a iniciativa aposta na informação4es como ferramenta de proteção.

“Quando a informação chega às comunidades, ela se transforma em proteção. As Defensoras Populares são mulheres preparadas para orientar, acolher e ajudar outras mulheres a conhecer seus direitos e buscar apoio antes que a violência aconteça”, afirmou a senadora.

O projeto é desenvolvido em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública e instituições parceiras, com foco na formação cidadã e na criação de redes de apoio que aproximem as políticas públicas da realidade das comunidades.

A proposta do Defensoras Populares é capacitar mulheres para atuarem como multiplicadoras de informação, contribuindo para que mais pessoas saibam identificar sinais de violência, conheçam os canais de denúncia e tenham acesso a serviços de proteção e orientação.

O lançamento contou com a presença de autoridades e representantes de instituições parceiras, entre elas Maria Clara D’Ávila, diretora de Promoção de Direitos da Secretaria Nacional de Acesso à Justiça do Ministério da Justiça e Segurança Pública; Zélia Maria Profeta da Luz, coordenadora de Relações Institucionais da Presidência da Fundação Oswaldo Cruz; Graziela Nóbrega, juíza coordenadora das Varas de Violência Doméstica da Paraíba; Dulcerita Alves, promotora do Ministério Público da Paraíba; Madalena Abrantes, defensora pública-geral da Defensoria Pública do Estado da Paraíba; e Sileide Azevedo, coordenadora das Delegacias da Mulher da Paraíba.