
Gianluigi Buffon, ex-goleiro e ídolo histórico da seleção italiana, pediu demissão da Federação Italiana de Futebol (FIGC) nesta quinta-feira (2), após o país ficar fora da próxima Copa do Mundo. Buffon exercia a função de chefe de delegação da equipe nacional.
A ausência da Itália no mundial marca um momento difícil para o futebol do país, que não se classificou para a competição pela segunda vez consecutiva, repetindo o feito negativo de 2018. Historicamente, a Itália é uma das seleções mais vitoriosas, com quatro títulos mundiais, e sua ausência traz implicações tanto esportivas quanto políticas no cenário futebolístico italiano.
Buffon comunicou sua decisão oficialmente e declarou que “é o momento de mudanças profundas na estrutura da federação”. A saída do ex-goleiro ocorre em um momento em que a FIGC enfrenta pressão para revisar estratégias e lideranças com vistas à recuperação da seleção.
A demissão de Buffon ocorre logo após a confirmação de que a seleção italiana não conseguiu vaga no Mundial, fato que veio após jogos decisivos que expuseram fragilidades técnicas e organizacionais. A FIGC ainda não anunciou oficialmente um substituto para a função de chefe de delegação.
Em sua trajetória como jogador, Buffon conquistou diversas competições e é considerado um dos maiores goleiros da história do futebol mundial. Agora fora do campo como dirigente, sua influência e críticas à federação indicam um momento de reformulação necessária para o futebol italiano.
A expectativa é que a federação apresente em breve um plano para reestruturação da seleção com o objetivo de retomar o protagonismo no futebol internacional.