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Censo 2022: Três estados têm mais vagas para concurso do que inscritos
08/01/2022 / 08:45
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Mesmo com a prorrogação das inscrições para o concurso público para o censo 2022, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) tem encontrado dificuldade em preencher as vagas e reforçado a campanha para a inscrição no concurso para agentes e coordenadores censitários.

São Paulo, Paraná e Santa Catarina são os Estados com mais vagas que inscritos para cargo de recenseador. Cerca de 60 mil vagas foram disponibilizadas nesses Estados, mas pouco mais de 50 mil pessoas se inscreveram, conforme o IG. Já no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro a diferença entre inscritos e vagas está bem apertado.

+ IBGE prorroga inscrições para o censo 2022 até 21/01 devido à baixa procura

O IBGE abriu concurso com 208.703 vagas temporárias para a realização do Censo 2022. Desses, 183 mil são para recenseador e 23,8 mil para agentes censitários.

As vagas são para os cargos de recenseador, agente censitário supervisor e agente censitário municipal, com salários entre R$ 1.700 e R$ 2.100. As provas serão realizadas em 27 de março.

Até o momento, 667 mil candidatos se inscreveram para o concurso em todo o Brasil. O número, no entanto, é bem abaixo dos 800 mil previstos pelo instituto.

Como se inscrever no concurso do IBGE
O IBGE prorrogou as inscrições para o concurso que vai selecionar candidatos para trabalharem no Censo 2022. Agora, é possível se candidatar a uma das vagas até as 16h (horário de Brasília) do dia 21 de janeiro.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) é a organizadora do processo seletivo. As inscrições podem ser feitas no site. A taxa de inscrição para recenseador é de R$ 57,50 e para agente censitário é de R$ 60,50. Pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) podem solicitar isenção do pagamento da taxa, informa, em nota, o IBGE.

Os agentes vão visitar mais de 70 milhões de domicílios. A previsão é de que os aprovados trabalhem por até três meses na coleta domiciliar a partir de junho do ano que vem.

Informações: IstoéDinheiro