A defesa do Padre Egídio Carvalho apresentou nesta quinta-feira (05) um protocolo recorrendo ao Superior Tribunal de Federal (STF). O sacerdote é acusado de liderar um esquema que desviou mais de R$ 140 milhões de recursos públicos destinados ao Hospital Padre Zé.
Desde abril do ano passado, o Pe. Egídio está respondendo ao processo em prisão preventiva domiciliar por conta de problemas na saúde.
O religioso começou a ser investigado na Operação Indignus, que apurava os desvios de verbas públicas destinadas ao Hospital Padre Zé e outras instituições filantrópicas vinculadas à Ação Social Diocesana.
Durante as investigações foi descoberto que Egídio de Carvalho coordenava uma organização criminosa para se apropriar de forma indevida dos valores repassados às instituições, quando ele ocupava o cargo de diretor do Padre Zé. Jannyne Dantas, diretora administrava do hospital, e Amanda Duarte, tesoureira da instituição, também foram presas por participarem do esquema.