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Dengue: baixa adesão à segunda dose preocupa Saúde na Paraíba
09/07/2024 / 17:14
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Saúde alerta para baixa adesão da segunda dose da vacina contra a dengue na Paraíba

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) na Paraíba está buscando chamar a atenção da população imunizada com a primeira dose da vacina contra a dengue para fortalecer a vacinação com a segunda dose e completar o esquema vacinal contra a doença.

De acordo com o Núcleo de Imunização da SES, até o momento, na Paraíba, foram aplicadas mais de 42 mil doses do imunizante, sendo 24.447 da primeira dose (D1). Há no estado ainda um total de 22.655 doses de reforço (D2) para serem aplicadas.

A chefe do Núcleo de Imunizações da SES, Márcia Mayara reforça que o esquema vacinal completo, com a primeira e segunda dose (D1 e D2), é o que garante a eficácia da proteção contra a dengue.

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Nós estamos com uma baixa cobertura da segunda dose, por isso, é importante fazermos esse chamamento para que a população verifique a caderneta de vacinação e fique atenta ao prazo de intervalo entre a primeira a segunda dose, que é de três meses (90 dias). Se o usuário já tiver tomado a D1 e estiver dentro desse prazo, é necessário que ele compareça ao posto de vacinação mais próximo para receber a D2. Desta forma, a população estará, de fato, protegida contra a doença”, pontua.

A gestora destaca que a vacina contra a dengue está disponível nos 24 municípios aptos para a vacinação: Alagoa Grande, Alhandra, Aroeiras, Bayeux, Caaporã, Cabedelo, Cajazeiras, Campina Grande, Conde, Cruz do Espírito Santo, Esperança, Guarabira, Itabaiana, João Pessoa, Lucena, Mari, Pitimbu, Pombal, Princesa Isabel, Riachão do Poço, Santa Rita, Sapé, Sobrado e Sousa.

O último boletim epidemiológico divulgado pela SES informa que, até o momento, foram contabilizados 10.932 casos de dengue na Paraíba. Ao todo, foram confirmados oito óbitos decorrentes de doença, com residentes dos municípios de Camalaú (1), Conde (1), Campina Grande (2), Cabedelo (1), São João do Rio do Peixe (1), João Pessoa (1) e Massaranduba (1).

Segundo a Secretaria de Saúde, as ações coletivas e os cuidados individuais para evitar o acúmulo de água são as melhores formas de prevenção e devem ser contínuos, como a limpeza das vasilhas de água dos animais e vasos de plantas, o armazenamento de pneus e garrafas em locais cobertos, e a limpeza das caixas d’água.

A recomendação do Ministério da Saúde é que as pessoas procurem um serviço de saúde logo nos primeiros sintomas, como febre alta, dor de cabeça, atrás dos olhos e nas articulações.