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Dia de Proteção às Florestas é celebrado neste domingo

No Brasil, 17 de julho é dia de chamar a atenção da sociedade para a importância da preservação das florestas, e principalmente tomar conhecimento de que cerca de 20% das espécies da Terra que vivem no Brasil, em especial na Floresta Amazônica, estão constantemente ameaçadas pelo desmatamento.

A floresta amazônica é apontada como a principal cobertura vegetal da nação, além de abrigar a maior diversidade biológica do mundo. Importante ressaltar: a maior floresta tropical do planeta ocupa 49% do território brasileiro e perpassa nove países – Brasil, Peru, Venezuela, Colômbia, Bolívia, Guiana, Suriname, Equador e Guiana Francesa, com um total de 5,5 milhões de km² de extensão. E mais da metade da sua vegetação, 61%, encontra-se em território brasileiro, entre os estados do Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia, Pará e Roraima.

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Com uma biodiversidade rica nos mais diversos aspectos, o bioma brasileiro é de grande relevância ambiental para todo o mundo. Localizada próxima à linha do Equador, seu clima apresenta temperaturas elevadas que variam entre 22ºC e 28ºC, além de apresentar forte umidade, que ultrapassa os 80%.

De maneira geral, as árvores amazônicas podem chegar a 40 metros de altura. Do alto, por exemplo, é possível visualizar as copas das árvores que, por conta da proximidade uma das outras, impede até mesmo a entrada dos raios solares. Por conta disso, o solo da floresta amazônica é considerado pobre, com poucos nutrientes e pouca cobertura verde.

Apesar disso, o húmus resultante da degeneração de restos de animais, além das folhas, frutos e flores que caem das árvores, permitem que o solo seja nutrido o suficiente para possibilitar o desenvolvimento de um flora rica e variada.

FLORA

A floresta amazônica possui aproximadamente 30 mil de espécies de plantas e 2.500 espécies de árvores de grande porte. Sua vegetação é dividida em:

Mata de terra firme — tipo de vegetação localizado nas áreas mais altas, com árvores de grande porte, e por isso não são atingidas pelas enchentes periódicas. Alguns exemplos são o mogno, cedro e a castanheira.

Mata de igapó — espécies encontradas na regiões mais baixas e mais suscetíveis aos alagamentos que ocorrem nos períodos chuvosos. É o caso da vitória-régia, dos buritis e da palmeira jauari.

Mata da várzea — um tipo de vegetação também localizada nas regiões mais baixas. Normalmente, brotam quando a água está baixa e dão frutos quando no período das enchentes, como a andiroba, seringueira, jatobá e a samaúma.

FAUNA

São muitos os tipos de répteis e anfíbios, possui uma grande variedade de peixes (abriga 85% das espécies da América do Sul), além de diversas espécies de outros mamíferos aquáticos e terrestres, insetos e aves, como onças, ariranhas, tucanos, sucuri, jiboia, araras, peixes-boi, pirarucus, entre outros. Nos rios acontece um fenômeno chamado piracema, que ocorre quando os peixes estão no período de desova e nadam contra a correnteza. Resumindo: entre fauna e flora, são mais de 2,5 milhões de espécies de insetos, cerca de 40.000 espécies de plantas, 2.000 aves e mamíferos.

RIOS

A floresta amazônica possui a maior bacia hidrográfica do planeta. O seu maior e principal rio é o Amazonas, com mais de mil afluentes. Com 6.992,06 km² de extensão, ele começa na Cordilheira dos Andes (Peru) e atravessa todo o norte da América do Sul. Outros rios importantes são:

Negro — segundo maior rio em volume de água, além de ser o maior afluente e mais extenso rio de água negra do mundo.

Solimões — com cerca de 1.700 km de comprimento, é muito utilizado para o lazer, comércio e pesquisas.

Araguaia — tem origem na divisa entre Mato Grosso e Goiás e faz um percurso de 2.000 km até desaguar no rio Tocantins.

Tocantins — nasce no Maranhão e percorre um trajeto de 2,6 mil km até desaguar no Oceano Atlântico. É bem aproveitado para abastecer as populações ribeirinhas.

Tapajós — um dos principais afluentes do Amazonas, percorre 795 km de extensão. Também é muito utilizado para pesca esportiva.

Xingu — constantemente ameaçado de desmatamento, possui 1.979 km de extensão e percorre 35 municípios. Cerca de 25 mil índios vivem ao longo desse rio.

Fonte: Educa Mais Brasil

A Voz da Serra

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