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E-commerce: como gerar resultados com o marketing digital?
21/09/2022 / 04:47
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O e commerce é a modalidade de vendas de produtos físicos que mais cresce no atual momento do mercado, e existem muitas razões pelas quais um empreendedor precavido deve dar prioridade à digitalização do seu negócio o quanto antes.

Da mesma forma que um estabelecimento físico, o comércio virtual pode dispor de todas as competências que uma empresa necessita, do inventário ao galpão pré moldado de concreto, e não passar pelos problemas e limitações da atuação fora da internet.

Apesar de tudo ser feito tão somente através de uma tela de smartphone, tablet ou computador, o nível completo de entrega que é proporcionado neste modelo comercial vem cativando cada vez mais os clientes, o que é refletido no crescimento dos compradores.

Seja para trocar miolo de fechadura ou comprar um notebook novo, as pessoas usam a internet para tudo.

Dessa maneira, não é errado afirmar que os empresários que se prepararem agora estarão prontos para surfar uma das maiores crescentes do segmento nos próximos anos, de forma que praticamente só haverá a alternativa de comprar e vender pelo digital.

De modo igual, e levando em conta que um conjunto de equipamentos para pintura eletrostática a pó está saindo bem mais em conta pela internet, aqueles que não aderirem agora muito provavelmente estarão perdendo tempo e dinheiro.

Por esta razão, será abordado neste artigo a importância do comércio eletrônico para as empresas, bem como os principais tipos e as melhores dicas para começar esse tipo de investimento.

Qual a importância do e-commerce para as empresas?

Todo aquele que possui uma loja física no mercado atual já deve ter refletido a respeito da hipótese de criar uma versão virtual, isto é, um comércio eletrônico para a sua empresa. E para aqueles que ainda não pensaram nisso, é importante começar a pensar.

Os acessos aos sites de e-commerces e o número de compras online têm crescido cada vez mais. Dessa forma, isso serve como um alerta para que os empresários acompanhem as mudanças para que não fiquem para trás.

Conforme apontam os números de novembro do ano de 2017, divulgados pelo SPC Brasil, 54% dos internautas deram preferência ou mesmo realizaram pelo menos uma vez compras pelas plataformas online. E os números não param de crescer.

Dispor de um ambiente digital para uma loja é essencial para aumentar o público dela, bem como também as suas vendas. Pois, se o público busca até mesmo por lavanderia mais perto pela internet, é necessário fazer uso das ferramentas que são úteis para alcançá-lo.

São justamente as técnicas do marketing digital que irão auxiliar as companhias a atingir o seu público de forma efetiva.

Não pode de maneira alguma depender apenas dos consumidores que já conhecem a loja somente por ela estar no mesmo local a muito tempo, ou dispor só do público que passa em frente ao estabelecimento todos os dias.

Com o ambiente digital ao dispor, fica tudo muito mais fácil. Uma das alternativas mais procuradas para quem possui uma loja local e gostaria de aumentar o seu público é a construção do chamado e-commerce.

Um ambiente virtual para a loja pode simplificar muito para os consumidores e possíveis clientes novos e, além disso, otimizar e muito o número de vendas.

A construção de um comércio eletrônico pode trazer diversas vantagens não apenas para o próprio negócio, mas também pode fornecer melhores experiências para os clientes durante o momento da compra.

Dessa maneira, é necessário que todo e qualquer empresário que está cogitando entrar nesse ramo leve em consideração que, com uma loja virtual, é possível oferecer aos consumidores suporte vinte e quatro horas por meio de chats, de forma automática.

Essas ferramentas que possibilitam isso já são, por si só, vantajosas nos critérios de comodidade, ao evitar sair de casa, além de proporcionar benefícios como o acompanhamento do andamento do pedido de compra por parte do cliente.

Além do mais, os visitantes possuem a opção de comprar a qualquer hora do dia, sem se limitar a horários de funcionamento ou deixar de comprar por conta de um feriado nacional, por exemplo.

É algo para imaginar uma pessoa pedindo uma caixa de acrílico 15×15 às duas horas da manhã, se forma a receber atendimento automático da plataforma. Além disso, tanto ele como qualquer consumidor terá horário livre para visualizar todo o catálogo de produtos.

Além da construção de um e-commerce, é possível potencializar as vendas e aumentar o número de clientes por meio de divulgações.

Para este objetivo, existem dois canais principais que são muito usados pelos internautas, e que podem auxiliar o vendedor de primeira viagem, que são o Google Ads e o Facebook Ads.

Já para os comércios que possuem uma envergadura maior no mercado, os quais uma abordagem mais complexa se faz válida no momento, também é possível apostar em outros tipos de publicidade, até mesmo feitas em vídeos, como é o caso do YouTube Ads.

10 dicas para investir em um e-commerce

Com o intuito de ganhar uma renda extra, dar uma nova direção à vida profissional ou mesmo se consolidar como um empreendedor, muitos comerciantes têm investido na modalidade do e-commerce.

Conforme foi levantado por uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, também no ano de 2017, o mercado cresceu doze por cento e para o ano de 2018 o esperado era de uma evolução para a casa dos 15%.

Levando isso em conta, se faz necessário pontuar algumas orientações práticas de como o investidor principiante pode adentrar neste mercado de maneira efetiva, acertando o máximo logo de início e evitando dores de cabeça totalmente desnecessárias.

Levando em consideração as estatísticas, e as buscas como alinhamento e balanceamento perto de mim feitas por pessoas de todas as idades na internet, se faz preciso a implementação de um método eficaz para fazer as coisas do jeito certo.

Dessa forma, e para que seja possível realizar isso, oito são as dicas destacadas para adentrar no ramo dos e-commerces, a saber:

  1. Se informar acerca da legislação;
  2. Escolher o nicho no qual atuar;
  3. Determinar os parceiros;
  4. Definir os fornecedores da empresa;
  5. Escolher uma plataforma;
  6. Determinar as formas de pagamento;
  7. Garantir a segurança virtual;
  8. Avaliar a viabilidade logística;
  9. Definir o público-alvo;
  10. Investir pesado no marketing digital.

Através do bom uso das ferramentas úteis à iniciação da jornada na internet, é possível transformar uma marca em um comércio eletrônico de sucesso e começar a ganhar bastante dinheiro mais rápido do que o esperado.

Quais os tipos de e-commerce?

Por fim, não se pode adentrar dentro desse novo cenário do mercado digital, no intuito de abrir um novo comércio eletrônico, sem conhecer os tipos de e-commerces que já estão em vigor e bastante atuantes na internet.

De forma que, vendendo frutas secas no atacado ou celulares no varejo, os modelos de negócio possuem cada um a sua própria fisionomia. São cinco as principais modalidades:

  1. Business-to-business;
  2. Business-to-consumer;
  3. Consumer-to-consumer;
  4. Consumer-to-business;
  5. Business-to-administration.

De empresa para empresa, empresa para consumidor, consumidor para consumidor, consumidor para empresa e empresa para administração, respectivamente, cada uma possui as suas particularidades.

A primeira acontece entre corporações. Dessa forma, existe a venda de insumos de uma companhia para a outra.

Já o modelo business-to-consumer atua no trabalho com a relação entre a empresa e o consumidor final.

O consumer-to-consumer é um tipo de comércio que se difundiu e expandiu a partir da internet, construindo diversas possibilidades de compra e venda entre os indivíduos.

Nessa modalidade, o consumidor pode vender para outros consumidores, tanto produtos como serviços. É o que acontece no caso dos cozinheiros, freelancers, prestadores de serviço, entre outros investidores.

Já o consumer-to-business diz respeito a uma relação que se dá entre o consumidor e as empresas, de forma inversa ao business to consumer. Isso significa que o modelo se trata de quando pessoas físicas fazem vendas para pessoas jurídicas.

Por fim, o modelo business-to-administration se relaciona às transações feitas entre as empresas e a administração pública, desde a aquisição de insumos até a de coworking perto de mim.

É o que acontece no caso dos serviços fiscais, da segurança social, dos serviços de empregos, de documentações legais ou registros.

Considerações finais

Visto isso, através da internet, foi possível a abertura de um novo horizonte de diversas possibilidades, onde é possível não só se comunicar com grande velocidade, mas também comprar e vender sem sair de casa.

Por meio da construção de um e-commerce, o empreendedor pode, a curto, médio e longo prazo, alcançar um sucesso comercial que jamais alcançaria somente com a loja física.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.