
O Ministério Público da Paraíba se manifestou favorável à manutenção da prisão preventiva e indeferimento do pedido de prisão domiciliar do médico pediatra Fernando Paredes Cunha Lima, que foi denunciado pelo crime de estupro de vulnerável contra quatro crianças. Na manifestação, realizada nesta sexta-feira (14), o MPPB pediu, ainda, o deferimento da transferência do médico de Pernambuco para a Paraíba, postulada pelos assistentes de acusação.
O parecer foi assinado pelos promotores de Justiça Judith Maria de Almeida Lemos Evangelista e Fernando Guedes, que destacaram a gravidade do crime e a necessidade da prisão preventiva para a garantia da ordem pública.
O Ministério Público também pediu a imediata intimação das partes (assistentes de acusação e réu) para apresentarem suas alegações finais, independentemente da apresentação de novos pleitos defensivos, uma vez que a instrução do processo está encerrada desde novembro de 2024.