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Nobel da Paz

Desmond Tutu, arcebispo da África do Sul e vencedor do Nobel da Paz, morre aos 90 anos

Morreu neste domingo, aos 90 anos, o ativista Desmond Mpilo Tutu, arcebispo da Igreja anglicana na África do Sul e vencedor do Nobel da Paz em 1984 pela luta contra o apartheid no país. O religioso foi diagnosticado com câncer...

Nobel da Paz 2021 vai para jornalistas Maria Ressa e Dmitri Muratov

Os jornalistas Maria Ressa, das Filipinas, e Dmitri Muratov, da Rússia, ganharam o prêmio Nobel da Paz de 2021. O anúncio foi feito na manhã desta sexta-feira (8) pelo comitê norueguês do Nobel. Ressa, repórter filipina-americana, é editora do site de jornalismo investigativo Rappler e foi presa pelo governo de Rodrigo Duterte, em 2019, acusada de violar uma controversa legislação contra "difamação cibernética" por causa de uma reportagem em que acusava um empresário filipino de atividades ilegais. Já Muratov é cofundador e editor-chefe do "Novaia Gazeta" (novo jornal, em russo), um dos principais jornais de oposição ao governo de Vladimir Putin. O comitê norueguês descreveu o veículo como o mais independente da Rússia atualmente. A escolha, justificou a porta-voz do comitê, Berit Reiss-Andersen, foi um aceno à defesa das liberdades de imprensa e de expressão, "pré-requisitos para sociedades democráticas e a paz duradoura". "Esse prêmio não vai resolver os problemas que os jornalistas e a liberdade de expressão vêm enfrentando, mas joga luz sobre o trabalho dos jornalistas e o quão difícil é exercer a liberdade de expressão não apenas em regiões de conflito armado, mas em todo o mundo", disse. Ressa e Muratov foram escolhidos entre um universo de 329 candidatos, que incluía 234 indivíduos e 95 organizações -o terceiro maior número de todos os tempos. Os demais nomes na lista só serão tornados públicos daqui a cinco décadas, seguindo as regras do prêmio.

Malala Yousafzai pede que líderes mundiais adotem ação no Afeganistão

Yousafzai disse que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, "tem muito a fazer" e que precisa "dar um passo ousado" para proteger o povo afegão, acrescentando que está tentando contatar vários líderes globais. "Esta é uma crise humanitária urgente para a qual precisamos fornecer nossa ajuda e apoio", disse Malala ao programa Newsnight da rede BBC na segunda-feira (16). Malala, de 23 anos, sobreviveu a um tiro na cabeça disparado por um atirador paquistanês do Taliban em 2012 depois de se tornar visada por sua campanha contra os esforços do grupo para negar educação às mulheres. Ela se tornou conhecida como uma menina de 11 anos que escrevia um blog sob um pseudônimo para a BBC no qual relatava como era viver sob o jugo do Taliban paquistanês. Malala disse que enviou uma carta ao primeiro-ministro do Paquistão, Imran Khan, pedindo que ele acolha refugiados afegãos e faça com que todas as crianças refugiadas "tenham acesso à educação, tenham acesso a segurança e proteção, que seus futuros não sejam perdidos".
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