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Nova Zelândia

Nova Zelândia investiga homem que se vacinou dez vezes contra Covid no mesmo dia

O Ministério da Saúde da Nova Zelândia está investigando um homem que se vacinou até dez vezes contra Covid-19 no mesmo dia. O suspeito, que visitou vários centros de vacinação, teria sido pago para receber as doses em nome...

Lorde regrava faixas de ‘Solar Power’ em maori, idioma nativo da Nova Zelândia

Apesar de ter nascido e crescido na Nova Zelândia, a cantora, de 24 anos, afirmou em entrevista ao portal Spinoff que precisou consultar muitos especialistas, inclusive anciãos maoris, para evitar incorrer em erros, já que ela própria não entende o idioma. Ela também contou com a ajuda de tradutores para adaptar as canções. "Descobri muitas coisas enquanto produzia este álbum, mas o principal foi que muitos dos valores que me guiam, no que diz respeito a proteger e escutar a natureza, vêm de princípios maoris", afirmou na entrevista. "Mesmo que você não entenda o idioma, vai se impressionar com o quão elegantes minhas letras soam." As faixas regravadas foram "Solar Power", "The Path", "Stoned At The Nail Salon", "Fallen Fruit" e "Oceanic Feeling". Os lucros de Lorde com o disco serão revertidos a duas instituições filantrópicas da Nova Zelândia. São elas a Forest & Bird, que trabalha em prol da proteção do meio-ambiente, e a Te Hua Kawariki Charitable Trust.

Lorde saiu das redes sociais e foi à praia para fazer ‘Solar Power’, seu terceiro disco

A morbidez no jeito de cantar que a fez ser comparada a Lana Del Rey e James Blake não foi completamente embora, mas "Solar Power" é uma virada em sua carreira. "Pure Heroine", disco com o qual ela ficou mundialmente conhecida, especialmente pelo hit "Royals", era essencialmente pop, com influência de batidas eletrônicas e de hip-hop -ela chegou a gravar um cover de Kanye West na época. "Melodrama", o trabalho seguinte, de 2017, mantinha certa estranheza do antecessor, agora com letras mais bem resolvidas e um pé na pista de dança. O jeito sussurrado de cantar e as produções pouco convencionais abriram caminho na indústria para uma série de cantoras jovens, como Billie Eilish e Olivia Rodrigo. Em "Solar Power", as bases são praticamente todas de violões ou guitarras de sabor psicodélico -algo impensável anos atrás. Ao Guardian, Lorde disse que "preferia morrer a botar um violão" no seu primeiro disco. "Violões eram coisas de fogueiras e caras com bonés idiotas, uma coisa meio 'anos 2000'." Agora, ela tem ouvido muita música com violão, especialmente o folk de Los Angeles dos ano 1960 e 1970. Elenca, a este repórter, nomes como Mamas and the Papas, Joni Mitchell, Eagles. "Comecei a perceber que na verdade é uma ferramenta muito interessante para comunicar sentimentos sobre a natureza."
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