
O futebol paraibano já contabiliza 11 mudanças de treinadores em 2026. O número, registrado entre 1º de janeiro e o início de abril, representa uma média de uma demissão a cada 8,6 dias, pouco mais de uma saída por semana.
Essa alta rotatividade de técnicos está relacionada ao curto calendário do Campeonato Paraibano, que permite poucas rodadas, pressionando os clubes a alterarem rapidamente seus comandos técnicos em busca de melhores resultados. Mudanças frequentes no comando das equipes são uma característica recorrente na história recente do futebol regional.
Os clubes Sousa, Atlético de Cajazeiras e Esporte de Patos lideram o número de substituições. Cada um deles já teve três treinadores diferentes neste ano. O Sousa iniciou a temporada com Leandro Campos, que foi substituído por Alessandro Telles, seguido por Washington Luiz, atual técnico desde 6 de abril. O Atlético de Cajazeiras também contou com Evandro Guimarães, Paulo Schardong e Reginaldo Sousa. Já o Esporte de Patos teve Alexandre Lima, Higor César e Sócrates Paulinelly.
Exceções ficam por conta do Campinense e do Nacional de Patos, que mantiveram seus treinadores desde o início do estadual, respectivamente Evaristo Piza e Felipe Soares, ambos com campanhas consideradas positivas.
Entre as mudanças que mais chamam atenção está a do Botafogo-PB, que demitiu Bernardo Franco após derrota por 4 a 1 para o Campinense e contratou o técnico Lisca, considerado experiente. Lisca conduziu a equipe ao título do Campeonato Paraibano.
Três treinadores:
Dois treinadores:
Um treinador:
Com informações do GE