Veja quais alimentos ficaram mais caros e mais baratos em março
10/04/2026 / 10:12
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Foto: DB Supermercados

Os preços dos alimentos foram os que mais contribuíram para a inflação de março, que ficou em 0,88%, após subirem 1,56% (em fevereiro, a alta tinha sido de 0,26%), segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A alimentação no domicílio teve aumento de 1,94% (em fevereiro, 0,23%), com destaque para tomate (20,31%), cebola (17,25%), batata-inglesa (12,17%), leite longa vida (11,74%) e carnes (1,73%). Entre as quedas, ficaram maçã (-5,79%) e café moído (-1,28%).

Esses alimentos tiveram maior peso no índice por estarem entre os mais consumidos pelas famílias.

Nas maiores variações percentuais, aparecem cenoura e abobrinha entre as altas, enquanto abacate e laranja-baía se destacam entre as quedas.

Produtos com maiores altas em março

  • Cenoura: 28,08%
  • Abobrinha: 23,56%
  • Tomate: 20,31%
  • Cebola: 17,25%
  • Feijão-carioca (rajado): 15,4%
  • Batata-doce: 13,41%
  • Açaí (emulsão): 12,56%
  • Batata-inglesa: 12,17%
  • Leite longa vida: 11,74%
  • Pimentão: 8,58%

Produtos com maiores quedas em março

  • Abacate: -13,2%
  • Laranja-baía: -8,19%
  • Maçã: -5,79%
  • Laranja-lima: -3,98%
  • Peixe-palombeta: -3,84%
  • Limão: -3,64%
  • Banana-maçã: -3,46%
  • Mandioca (aipim): -3,25%
  • Inhame: -3,21%
  • Açúcar refinado: -2,98%

Essas variações refletem as dinâmicas do mercado agrícola e o impacto de fatores climáticos e de oferta. O IBGE acompanha mensalmente os preços dos alimentos para monitorar a inflação e as condições de consumo no país.