Porque Luciano sobe o tom contra Cícero

Hoje, durante entrevista ao programa F5 da 89 rádio POP, ele elevou o tom das críticas ao prefeito da capital, chegando a dizer que Cícero leva três meses para trocar uma lâmpada e seis para tapar um buraco.  Alegou ter deixado nos cofres do município R$ 354 milhões, fora os 100 milhões de dólares do Programa João Pessoa Sustentável, além dos servidores em dia.  Cartaxo apontou que Lucena foi o primeiro a desrespeitar o decreto de restrições publicado pelo governador. "Como pedir apoio da população com um exemplo desse?", bradou.

João Azevedo e o mapa de 2022

Esse é o x da questão. Tecnicamente, sua experiência é invejável, já politicamente, sua liderança está em construção, embora tenha passado por testes importantes.  Na fase inicial da gestão, lidou com a operação Calvário que arrastou Ricardo Coutinho e nomes importantes da primeira formação do seu secretariado saindo sem arranhões. O vendaval da operação emendou com a pandemia do Coronavirus e Azevedo após 14 meses fez o dever de casa sem prejudicar a gestão fiscal.

Vacinado, João Azevedo começa a mexer peças no tabuleiro

O evento para a entrega de caminhões e equipamentos destinados à agricultura familiar no Centro de Convenções, em João Pessoa, mostrou nesta segunda-feira que após tomar as duas doses de Coronavac o governador João Azevedo quer se reaproximar da sua base política. Não que tenha estado tão distante, mas durante a pandemia as audiências foram suspensas e o contato olho no olho só retornou recentemente após o governador ser totalmente imunizado.

TCE aperta o cerco contra os codificados

Não é difícil concluir que o TCE demorou a aperfeiçoar o modo de observar essa questão. Mas, antes tarde do que nunca. Não só o ex-prefeito Luciano Cartaxo demonstrou surpresa com a mudança de metodologia da Corte de Contas. Membros do Ministério Público, chegaram a revelar que agora com esse entendimento do TCE esse assunto deve avançar em todas as esferas. No relatório dos auditores, consta que a Prefeitura de João Pessoa tinha mais prestadores de serviços em seus quadros do que servidores efetivos e, no exercício de 2019, existiam 13.444 servidores com contratos temporários.

Ricardo, Luciano e o Papa Francisco

O ex-govenador Ricardo Coutinho e o ex-prefeito Luciano Cartaxo tiveram notícias nada agradáveis nesta quarta-feira dia 26. O primeiro foi condenado pelo TSE e ficará inelegível por 8 anos. Luciano Cartaxo deve as contas rejeitadas pelo TCE-Paraíba e poderá ficar de fora das eleições do próximo ano.

Gervásio, Cida, Estela e o resumo do dia

As deputadas Estela Bezerra e Cida Ramos esperam uma sinalização do ex-governador Ricardo Coutinho para definir o futuro partidário. Ricardo tem sinalizado que pode deixar o PSB e se filiar ao PT. Mas para uma eventual mudança de legenda, Estela e Cida precisam fazer contas. Outro que pensa em sair é Gervásio Maia

Decisão do TSE pode beneficiar o deputado Adriano Galdino

Todos sabem que depois da Operação Calvário o PSB no estado virou uma pedra no sapato de vários parlamentares que não escondem o desapontamento com a legenda. O presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino  e os deputados Hervázio Bezerra e Ricardo Barbosa torcem por uma "janela partidária" para buscar abrigo em outras legendas. 

Fábio Rocha na CPI?

A fala de Fábio Rocha aos membros da CPI ocorreu na semana passada em meio a uma "live" da Secretaria de Saúde do município da qual também participava o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. 

Bolsonaro, Lula e o candidato da terceira via

Vale lembrar que, nas eleições do ano passado, o partido de Lula e aquele pelo qual Bolsonaro foi eleito presidente fizeram muito menos prefeitos que as cinco primeiras legendas. O PT elegeu 182 e o PSL, 90. O DEM sozinho elegeu duas vezes e meia o número de prefeitos do PT.

Partidos estimam que em 2022 um deputado federal será eleito na PB com 160 mil votos

Nos bastidores, dirigentes partidários trabalham com uma queda na votação de Gervásio Maia e Julian Lemos e com Edna Henrique e Frei Anastácio fora da disputa. Com a morte de João Henrique, a deputada vai deixar a Câmara Federal para focar na eleição do filho Michel Henrique que tentará resgatar a vaga deixada pelo pai na Assembléia Legislativa.