
Monique Medeiros voltou a ser presa após decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no caso envolvendo a morte do filho Henry Borel. A ré, que estava em liberdade desde março de 2026, foi ordenada a retornar à prisão pelo ministro.
O caso Henry Borel teve grande repercussão na Justiça e na opinião pública. No processo, Monique é acusada de participação na morte do próprio filho. Ela havia sido solta após o adiamento de uma sessão do Tribunal do Júri, que é responsável por julgar crimes dolosos contra a vida.
O Tribunal do Júri é uma instância judicial prevista na Constituição, encarregada de julgar casos criminais graves envolvendo homicídios. No julgamento, jurados leigos decidem sobre a culpa do acusado, baseados nas provas apresentadas.
A decisão de Gilmar Mendes revela a continuidade das investigações e o andamento rigoroso do processo criminal. A prisão preventiva é uma medida cautelar adotada para garantir a ordem pública e a instrução do processo.
Até o momento, a polícia e o Ministério Público têm aprofundado as apurações para esclarecer as circunstâncias da morte de Henry Borel, cujo caso mobilizou atenção nacional devido às acusações envolvendo a mãe da vítima.
O retorno de Monique Medeiros à prisão ocorre enquanto o processo segue para o julgamento definitivo, com a expectativa de que o Tribunal do Júri seja retomado em breve para determinar as responsabilidades legais no episódio.