Marcelo Queiroga e as condições para disputar o senado

Após sofrer diversas derrotas e enfrentar dificuldades no Senado, o presidente Jair Bolsonaro escolheu a Casa como prioridade nas eleições de 2022.

Ele traçou uma estratégia de lançar nomes de visibilidade, com condições de se eleger e formar uma bancada forte, no caso de um segundo mandato.

Na Paraíba, o nome preferido do Palácio do Planalto é o do ministro Marcelo Queiroga que publicamente nega a intenção mas nos bastidores admite disputar dependendo do cenário. Marcelo confidenciou recentemente que se tiver mais de três candidatos ele toparia ir para a disputa.

Aliados do ministro entendem que com muita gente disputando a mesma vaga haveria chances reais pois ele seria o único nome da direita verdadeira.

Todavia, isso é assunto para 2022. Falar disso agora iria atrapalhar seu trabalho no ministério que segundo pesquisas do Planalto vai indo muito bem.

No ano que vem, um terço das vagas do Senado estará em disputa (27 entre 81 cadeiras). Das que serão abertas, 13 são de parlamentares que costumam atuar em oposição ao governo (48%) e que poderão concorrer à reeleição.

Atualmente, também é de um terço (33%) a fatia de senadores que geralmente se opõe ao Palácio do Planalto nas votações. A Casa rendeu dores de cabeça ao governo, como a CPI da Covid, que desgastou a popularidade presidencial e originou pedidos de indiciamento.

 

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