52% desaprovam e 43% aprovam o governo Lula, aponta pesquisa
15/04/2026 / 09:36
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Current image: Lula propõe “colocar os pobres no orçamento” e critica desigualdade em discurso na FAO
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Uma pesquisa da Quaest, divulgada nesta quarta-feira (15), mostra que mais da metade dos brasileiros desaprovam o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa no TSE é BR-09285/2026.

Veja os resultados

  • Desaprova: 52% (eram 51% em março e 49% em fevereiro);
  • Aprova: 43% (eram 44% em março e 45% em fevereiro);
  • Não sabem/não responderam: 5% (eram 5% em março e 6% em fevereiro).

Os números indicam variação em relação a março (51% desaprovavam e 44% aprovavam) e fevereiro (49% e 45%). Desde outubro de 2025, a diferença entre desaprovação e aprovação aumentou em cinco pontos.

Desaprovação e aprovação por região

Apesar da variação de dois pontos percentuais, o Nordeste segue como a região com maior aprovação de Lula, com 63% (eram 65% em março). Já nas demais regiões, a desaprovação é maior: Sudeste (58%), Centro-Oeste/Norte (58%) e Sul (62%).

Nordeste

  • 63% aprovam (eram 65% em março e 61% em fevereiro);
  • 32% desaprovam (eram 31% em março e 33% em fevereiro);
  • 5% não sabem ou não responderam (eram 4% em março e 6% em fevereiro).

Sudeste

  • 38% aprovam (eram 37% em março e 42% em fevereiro);
  • 58% desaprovam (eram 58% em março e 54% em fevereiro);
  • 4% não sabem ou não responderam (eram 5% em março e 4% em fevereiro).

Sul

  • 32% aprovam (eram 35% em março e 32% em fevereiro);
  • 62% desaprovam (eram 60% em março e 61% em fevereiro);
  • 6% não sabem ou não responderam (eram 5% em março e 7% em fevereiro).

Centro-oeste/Norte

  • 36% aprovam (eram 36% em março e 41% em fevereiro);
  • 58% desaprovam (eram 59% em março e 51% em fevereiro);
  • 6% não sabem ou não responderam (eram 5% em março e 8% em fevereiro).