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Paciente com comorbidades e com 90% de comprometimento pulmonar se recupera da Covid-19 e tem alta na PB

Ele já chegou no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, no dia 25 de janeiro, em estado grave, sendo logo internado em leito de UTI. Hipertenso e diabético e com 90% da capacidade pulmonar comprometida, o 3º...

Cabedelo vacina adolescentes 14+ sem comorbidades a partir desta quarta-feira

No caso dos adolescentes sem comorbidades e que não tenham o cartão SUS, ele pode ir acompanhado do pai ou da mãe, mas estes devem possuir o documento local. Se o adolescente não tiver identidade, pode levar a certidão de nascimento, e precisa estar acompanhado dos pais e estes, com os seus documentos de identificação.

Imunização de adolescentes sem comorbidades só pode ocorrer se houver vacina suficiente, diz MPF

Em reunião virtual realizada nesta segunda-feira (20), representantes do Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público da Paraíba (MP/PB) orientaram gestores que, ao optarem por vacinar adolescentes sem comorbidades, adotem técnicas de organização e planejamento, a fim de que grupos prioritários não sejam prejudicados. Na ocasião, foi esclarecido que adolescentes sem comorbidades podem ser imunizados, desde que haja doses suficientes para garantir a vacinação completa de adolescentes com deficiências permanentes ou comorbidades, gestantes e puérperas e os privados de liberdade, além de todas as pessoas maiores de 18 anos, incluindo as doses de reforço dos idosos. “Os gestores podem seguir a ordem até adolescentes sem comorbidades se tiverem vacinas para isso, contudo, devem assumir a responsabilidade de eventuais falhas na organização e planejamento, pelo que devem pautar as ações de forma a não prejudicar outros grupos, que são prioritários, com busca ativa e reserva de doses para grupos específicos, devendo haver diálogo entre os municípios para não haver grande discrepância”, destacaram os membros do MPF. O Ministério Público Federal também alertou para a necessidade de prudência por parte dos gestores, “pois pode haver mudanças nas diretrizes do Ministério da Saúde e na remessa de doses”.

João Pessoa inicia imunização de adolescentes a partir dos 12 anos com deficiência ou comorbidades

Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Este grupo inclui pessoas com: limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas; indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir mesmo com uso de aparelho auditivo; pessoas com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar mesmo com uso de óculos; indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais, como trabalhar, ir à escola, brincar, etc.

Secretário planeja vacinação de adolescentes a partir dos 12 anos com comorbidades neurológicas, em João Pessoa

De acordo com o secretário de Saúde da capital, a medida deve ser iniciada após a conclusão da aplicação da primeira dose em pessoas a partir de 18 anos sem comorbidades, que será finalizada ainda em agosto, segundo expectativas da gestão municipal.

Fatores genéticos podem aumentar o risco de adoecer e morrer de Covid-19, aponta estudo

Dentre os fatores que aumentam o risco de desenvolver sintomas graves, estão: ser homem, acima do peso, idade mais avançada, ter diabetes, doenças cardiovasculares e hipertensão. Também foi identificado pessoas sem comorbidade que adoecem com severidade e outras que, apesar da comorbidade, sequer apresentam sintomas. O que deve explicar esses casos misteriosos são as alterações genéticas de cada indivíduo. O trabalho reúne 46 pesquisas, de 19 países, com o envolvimento de mais de 3 mil pesquisadores, incluindo cientistas da USP. Publicado nesta quinta-feira (8), na revista Nature, um estudo identificou fatores genéticos que aumentam o risco de contrair e desenvolver casos graves de Covid-19.

Campina Grande vacina pessoas de 55 anos ou mais sem comorbidades neste sábado

No sábado, a imunização para pessoas sem comorbidades a partir de 55 anos e retardatários acontecerão no Cerast (Dinamérica), na Unifacisa (Itararé) e no Seminário Diocesano do Alto Branco, das 14h às 20h, além do SESI do Distrito Industrial, das 14h às 18h. A aplicação da segunda dose de Coronavac no sábado será exclusivamente no drive-thru do Campestre, das 14h às 20h, para as pessoas que estão com o cronograma vacinal pendente. A programação segue no domingo, 20, com aplicação de dose 1 para a população com 55 anos ou mais e retardatários, das 8h às 12h, no Parque do Povo (pedestres) e no ginásio O Meninão (drive-thru).

Veja como fica a vacinação em Campina Grande nesta segunda-feira

As ações vão acontecer das 9h às 14h nas faculdades Unifacisa e Uninassau e nas igrejas Presbiteriana e Verbo da Vida, ambas na Avenida Floriano Peixoto, além da Unidade Básica de Saúde do distrito de Galante e do Centro de Saúde de São José da Mata. É necessário fazer o agendamento pelo site vacinacao.campinagrande.pb.gov.br e apresentar documento oficial de identificação pessoal, cartão do SUS e comprovante de residência.

Campina Grande vacina hoje pessoas a partir de 25 anos com comorbidades

No grupo de pessoas com comorbidades que têm direito à vacinação foi incluído o público de pessoas com doenças cerebrovasculares. Isso inclui pessoas com histórico de acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico; ataque isquêmico transitório; demência vascular; doenças neurológicas crônicas que impactem na função respiratória, indivíduos com paralisia cerebral, esclerose múltipla, e condições similares; doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular e deficiência neurológica grave.

Doenças neurológicas são incluídas em grupo prioritário de comorbidades para vacinação; veja lista

De acordo com o secretário executivo de Saúde, Daniel Beltrammi, a inclusão desse grupo é importante pois essas pessoas são extremamente vulneráveis. “Quando a gente fala das comorbidades neurológicas, a gente está falando das doenças que podem fazer mal para o nosso cérebro. Foram incluídas aquelas pessoas que tiveram acidente vascular cerebral, o famoso AVC ou derrame, porque depois desses eventos elas podem ficar com dificuldade respiratória e de mobilidade. Pessoas com demências, que vão perdendo a capacidade de raciocínio lógico e ficam com dificuldade de se alimentar, de engolir adequadamente. Além disso, outras deficiências que vão sendo avaliadas a depender dos laudos dos médicos e também doenças degenerativas”, explica.
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